domingo, 17 de fevereiro de 2008

Trono, um lugar de refelexão...

... pas beaucoup bien, ou não muito bem, é como ESTOU agora... somente a nível de desabafo e expulsão de mazelas, me abro dizendo que estou com uma caganeira violenta.

Mas de resto, "shnaize". Me sinto bem, com paz interior e afim duma postagem.

Hoje vamos simplesmente citar o quão estranha, ou não, está sendo a relação entre minhas dificuldades no trabalho com um livro que caiu no colinho meu.

Minhas noites estão sendo suavemente embaladas pelas páginas de "A terceira visão", do Lobsang Rampa. Adorando o referido livro, já posso recomenda-lo antes mesmo de termina-lo.

Até o ponto em que li, a histária vai girando em torno da relação que sempre existiu no Tibete entre os "bem e mal nascidos". O menos afortunado deve ter uma criação amena e amorosa, para talvez lhe compensar a falta de estrutura material. Enquanto isso, o playboyzinho tibetano sofre a duras penas, sendo educado com extrema rígidez, visando assim absurdo aprendizando e evolução espiritual. O autor se encaixa no segundo caso.

Só sei que o Tibete deve ser mágico.

Bem, voltando à realidade ocidental, o leitor poderia até se perguntar do porque de minha petulância em comparar a obra-de-arte do Sr. Terça-Feira Lobsang Rampa com minha vida at work.

(pausa para uma cólica)

Explico. Tenho um chefe linha dura ao cubo. Um cara, que pelo que dizem, é espetacular fora das quatro linhas, mas durante os 90 minutos, rapaz...

Diz ele que a intenção é me ensinar, me tornar um cara "fudidão" do quando sair do setor ou da empresa. Intuito parecido com a essência da encarnação de Lobsang, descrito nas páginas do livro vermelho. Desde que nasceu, até sair do lamastério, e também fora dele, sofreu um bocado! Mas pelo pouco que sei, foi um dos homens notáveis de nossa história.

Falo isso sem me comparar a ninguém, mas ando colhendo o bem por onde passo. Buda dessa maneira pode até sorrir pra mim.

Enfim, deve teve ficado clara a idéia da coincidência atual. Estou razoalvelmente encantado.

Agora chega de profundidade.

Sexta e ontem saí. No primeiro dia fui ao Grazie a Dio, aniversário do Carlão. Foi bom demais!
No sábado fui ao Hangar e Santo Taco, aqui em GRU. Revi duas gostosas do tempo de escola, de há muito tempo mesmo. Uma delas, aliás, sempre foi o sonho de consumo de todos os garotos nascidos em 84 e 83 daquele feliz colégio Parthenon. Só que eu estava um pouco perturbado com um mínimo de chopp, e bem bostão (reflexo talvez das rajadas que estou dando no trono nesses dias). Provavelmente não fiz boa figura frente as moças. Mas eu daria conta.

Au revoir!

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