... pas beaucoup bien, ou não muito bem, é como ESTOU agora... somente a nível de desabafo e expulsão de mazelas, me abro dizendo que estou com uma caganeira violenta.
Mas de resto, "shnaize". Me sinto bem, com paz interior e afim duma postagem.
Hoje vamos simplesmente citar o quão estranha, ou não, está sendo a relação entre minhas dificuldades no trabalho com um livro que caiu no colinho meu.
Minhas noites estão sendo suavemente embaladas pelas páginas de "A terceira visão", do Lobsang Rampa. Adorando o referido livro, já posso recomenda-lo antes mesmo de termina-lo.
Até o ponto em que li, a histária vai girando em torno da relação que sempre existiu no Tibete entre os "bem e mal nascidos". O menos afortunado deve ter uma criação amena e amorosa, para talvez lhe compensar a falta de estrutura material. Enquanto isso, o playboyzinho tibetano sofre a duras penas, sendo educado com extrema rígidez, visando assim absurdo aprendizando e evolução espiritual. O autor se encaixa no segundo caso.
Só sei que o Tibete deve ser mágico.
Bem, voltando à realidade ocidental, o leitor poderia até se perguntar do porque de minha petulância em comparar a obra-de-arte do Sr. Terça-Feira Lobsang Rampa com minha vida at work.
(pausa para uma cólica)
Explico. Tenho um chefe linha dura ao cubo. Um cara, que pelo que dizem, é espetacular fora das quatro linhas, mas durante os 90 minutos, rapaz...
Diz ele que a intenção é me ensinar, me tornar um cara "fudidão" do quando sair do setor ou da empresa. Intuito parecido com a essência da encarnação de Lobsang, descrito nas páginas do livro vermelho. Desde que nasceu, até sair do lamastério, e também fora dele, sofreu um bocado! Mas pelo pouco que sei, foi um dos homens notáveis de nossa história.
Falo isso sem me comparar a ninguém, mas ando colhendo o bem por onde passo. Buda dessa maneira pode até sorrir pra mim.
Enfim, deve teve ficado clara a idéia da coincidência atual. Estou razoalvelmente encantado.
Agora chega de profundidade.
Sexta e ontem saí. No primeiro dia fui ao Grazie a Dio, aniversário do Carlão. Foi bom demais!
No sábado fui ao Hangar e Santo Taco, aqui em GRU. Revi duas gostosas do tempo de escola, de há muito tempo mesmo. Uma delas, aliás, sempre foi o sonho de consumo de todos os garotos nascidos em 84 e 83 daquele feliz colégio Parthenon. Só que eu estava um pouco perturbado com um mínimo de chopp, e bem bostão (reflexo talvez das rajadas que estou dando no trono nesses dias). Provavelmente não fiz boa figura frente as moças. Mas eu daria conta.
Au revoir!
domingo, 17 de fevereiro de 2008
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