Vamos aumentar a frequência das postagens por aqui, afinal, preciso melhorar consideravelmente minha escrita, minha prosa e poesia.
Hoje não trabalhei, fiz uma avaliação de potêncial oferecida pela Varig Log. Foi ministrada por uma patcha gostosa, uma psicologuinha da empresa chamada Priscila. Morena da boca desenhada, olhar enigmático, coxas e bunda voluptuosas. Que beleza! Que delícia!
Me pareceu competente a menina, se bem que eu analisei os métodos por ela utilizados e ganhei boa parte de suas intenções. Eu sou um pouco psicólogo... e ser pouco sem ser é uma parada de dom, com certeza.
É bom dizer que fiquei bravo (modo sem noção ativado), porque um cara lá, que fez o teste junto comigo, feio e com voz de locutor falido de rádio AM, deu carona pra ela até o metrô na hora de ir embora. Sem contar a somatização de sentimentos, pois fiquei muito irritado com o fato de não ter ido tão bem quanto esperava nesse teste. Mas isso é só uma opinião, mais nada. As vezes fui bem. Sou caxias demais comigo no que se refere a trampo.
Bem, arrancando um pouco essa Priscila da minha cabeça, anexa à avaliação, quero falar sobre o quão feio é ter rancor de uma pessoa.
Lá no serviço existe uma garota, a Fê, que há um tempo estava muito amigada comigo. Mas sempre vi o lance como amizade mesmo, já que Fê não é lá meu tipo de mulher. Até que é bonita, tem um corpinho pá e ainda é legal. Minha camarada de vários assuntos.
Mas num belo dia de stress, fui fazer uma brincadeira indevida, assumo, com ela. Só pra aliviar a tensão, dar uma descontraída, matar o que tava me matando, ameacei de passar a mão na bunda da coitada, hehe, mas nem ao menos trisquei hein?! Foi no meio do corredor. Agora só não me lembro se a galera da manutenção viu ou não, se foi em frente à área de trabalho deles ou não.Se eles viram, a brecha foi mais forte do que parece.
Depois desse dia, ela não me dirigiu mais a palavra. Fiquei chateado com o que fiz e como ela levou a parada coração adentro. Pedi desculpas (por e-mail, claro) e disse: se não quiser mais falar comigo, ok, entendo! E assim foi...
Agora que ela percebeu minha atitude, de maneira que a trato por igual, da forma que ela mesmo optou que fosse o lance, vivo flagrando-a olhando pra mim. Mas olha com cara de raiva né? Deve estar muito fudida com a situação.
Não aconselho ninguém a não se desculpar por seus atos falhos, mesmo que justificáveis. No meu caso a desculpa pro deslize foi o stress, que era terrível e deprimente naquela data.
Independente disso, pensem antes de por a mão na bunda de suas amigas né? Inclusive das que lhes provocam com olhares furtivos e pernas torneadas.
Uma pessoa que você gosta e admira te olhando torto, te ignorando, incomodada de uma maneira sangrenta, é péssimo! Me sinto mal por ainda não ter pedido desculpas e liquidado a fatura, mesmo que não surta um bom resultado e não voltemos a ser como antes. Aliás, duvido que voltaremos a ser bons amigos e confidentes como ensaiávamos ser.
Não me redimi e ela por sua vez está nervosinha com essa omissão, também. Deve ter-lhe enchido o pote da fúria. É uma menina rancorosa...
(Se bem que o errado está sendo eu, não só eu, mas muito eu.)
Au Revoir!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
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