domingo, 2 de março de 2008

2 dias e 1/2

O que importa é que os fins-de-semana são mágicos. Enquanto a semana é uma dura rotina, o fds é novo, improvisado, feito de diferentes igualdades.

Na sexta jogamos o Poker Texano. Me ensinaram, e ainda por cima fui vice da competição. Eu aprendo rápido essas jogatinas da racionalidade, acabo sem esforço sacando a dos caras pouco a pouco, pouco.

Sábado rolou um bar caro da Faria Lima, com uma galera AB muito classuda. Revi pessoas e conheci outras.

Chegamos ao ilustre Domingo, mas antes um aplauso ao Palmeiras, que mais uma vez impôs lágrimas doídas para um time ruím. Foi 1x0, com gol "chorado" de Valdívia.

Domingo teve uma coisa verde que iluminou o céu. Foi regada a cerveja e iluminava pessoas... mas nem todos gostam, tout vais bien, o negócio é ser aberto às expectativas de outros, como por exemplo as de uma tal Mi aí. Experiente, inteligente e turrona. Adorável!

Mas fico impressionado com a quantidade de mulher bonita da minha cidade. Guarulhos precisa explorar melhor seus potenciais. Bares bonitos poderiam melhor compor o cenário conservador que cá existe. Falta-nos gastronomia, lazer, glamour e primeira divisão.

Pra mim falta antena, no momento o sono impera, au revoir!

...

Voltei. Dormi, acordei, trabalhei e voltei

Au Revoir!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

As avaliações momentâneas...

Vamos aumentar a frequência das postagens por aqui, afinal, preciso melhorar consideravelmente minha escrita, minha prosa e poesia.

Hoje não trabalhei, fiz uma avaliação de potêncial oferecida pela Varig Log. Foi ministrada por uma patcha gostosa, uma psicologuinha da empresa chamada Priscila. Morena da boca desenhada, olhar enigmático, coxas e bunda voluptuosas. Que beleza! Que delícia!
Me pareceu competente a menina, se bem que eu analisei os métodos por ela utilizados e ganhei boa parte de suas intenções. Eu sou um pouco psicólogo... e ser pouco sem ser é uma parada de dom, com certeza.

É bom dizer que fiquei bravo (modo sem noção ativado), porque um cara lá, que fez o teste junto comigo, feio e com voz de locutor falido de rádio AM, deu carona pra ela até o metrô na hora de ir embora. Sem contar a somatização de sentimentos, pois fiquei muito irritado com o fato de não ter ido tão bem quanto esperava nesse teste. Mas isso é só uma opinião, mais nada. As vezes fui bem. Sou caxias demais comigo no que se refere a trampo.

Bem, arrancando um pouco essa Priscila da minha cabeça, anexa à avaliação, quero falar sobre o quão feio é ter rancor de uma pessoa.

Lá no serviço existe uma garota, a Fê, que há um tempo estava muito amigada comigo. Mas sempre vi o lance como amizade mesmo, já que Fê não é lá meu tipo de mulher. Até que é bonita, tem um corpinho pá e ainda é legal. Minha camarada de vários assuntos.
Mas num belo dia de stress, fui fazer uma brincadeira indevida, assumo, com ela. Só pra aliviar a tensão, dar uma descontraída, matar o que tava me matando, ameacei de passar a mão na bunda da coitada, hehe, mas nem ao menos trisquei hein?! Foi no meio do corredor. Agora só não me lembro se a galera da manutenção viu ou não, se foi em frente à área de trabalho deles ou não.Se eles viram, a brecha foi mais forte do que parece.

Depois desse dia, ela não me dirigiu mais a palavra. Fiquei chateado com o que fiz e como ela levou a parada coração adentro. Pedi desculpas (por e-mail, claro) e disse: se não quiser mais falar comigo, ok, entendo! E assim foi...

Agora que ela percebeu minha atitude, de maneira que a trato por igual, da forma que ela mesmo optou que fosse o lance, vivo flagrando-a olhando pra mim. Mas olha com cara de raiva né? Deve estar muito fudida com a situação.

Não aconselho ninguém a não se desculpar por seus atos falhos, mesmo que justificáveis. No meu caso a desculpa pro deslize foi o stress, que era terrível e deprimente naquela data.
Independente disso, pensem antes de por a mão na bunda de suas amigas né? Inclusive das que lhes provocam com olhares furtivos e pernas torneadas.

Uma pessoa que você gosta e admira te olhando torto, te ignorando, incomodada de uma maneira sangrenta, é péssimo! Me sinto mal por ainda não ter pedido desculpas e liquidado a fatura, mesmo que não surta um bom resultado e não voltemos a ser como antes. Aliás, duvido que voltaremos a ser bons amigos e confidentes como ensaiávamos ser.
Não me redimi e ela por sua vez está nervosinha com essa omissão, também. Deve ter-lhe enchido o pote da fúria. É uma menina rancorosa...

(Se bem que o errado está sendo eu, não só eu, mas muito eu.)

Au Revoir!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

O dia em que brincamos de falar de amor

Ainda não é hora de publicarmos o blog...

A respeito do fds que está terminando:

(Estou sentado em frente ao NB do meu pai, já que o meu PC está arruinado. É domingo, 18:31h, e procuro as melhores palavras para descrever o último fds de fevereiro/2008.)

Sexta a noite tivemos uma rápida passagem no bakana´s , sábado uma festa bacana do spock, seguida de outra passagem no bakana´s. Hoje, provavelmente ainda irei ao bakana´s.

O motivo é que o bakana´s é um bar onde encontramos uma parcela das pessoas mais bonitinhas de GRU, e vemos a pagação típica dos aspirantes à elite de uma cidade. Eu gosto de lá, apesar de não ter nada demais. A melhor e mais profunda coisa por ali é o grafite que fizemos, eu, Gordinho e Hermann, na pracinha.

Mas o interessante mesmo foi o jogo da verdade que rolou no sábado, após voltar do bar para o prédio, lá pelas tantas da madrugada. Estávamos Spock, Cabeça e eu no time safado-masculino, e umas tais Ju, Paty, Eva e Fernanda do lado santo-feminino.

Vamos fazer uma rápida descrição dos integrantes. Primeiro as damas, claro:

1) Ju - A santa. É uma que eu já conhecia. As circunstâncias me levaram a relembrar o passado, mas nem é, nem foi. Quieta e meio deprimida, não estava nem aí pra brincadeira.

2) Paty - A empolgada. Estava feliz a vera com aquela situação. Era a que mais dava importância pro jogo da verdade. Pediu pelo amor de Deus pra morrer o assunto ali. E vai morrer, não abrirei detalhes do nosso animado e prazeroso jogo. Sincera e espontânea até demais a menina, disse-nos verdades que poderiam morrer com ela. Aquela do carro hein Patrícia? Adorei! Ah, essa mina eu também já conhecia.

3) Eva - A E.T.. Acabou ficando meio de escanteio. Não sei por que. Talvez se não estivesse lá, sua ausência nem seria notada. Mas bem amistosa a menina. Estava visivelmente apaixonada por um cara. Pelo jeito de virgenzinha, se sentiu meio invadida com nossas perguntas quentes e desafios provocantes. Bom, pra mandar a real, nem sei oq falar dessa...

4) Fernanda - A gostosa. Afinal, toda turma tem que ter uma né? Mina malhada, sabe do potencial que tem. Das poucas vezes que era questionada durante a brincadeira, dava respostas rápidas e diretas, como se dominasse o assunto, o único assunto, que tratávamos. Foi por isso que instigou, além daquelas pernas, claro.

Agora, os homens:

5) Spock - O Tarado. Nunca vi igual ao meu amigo André Capitão Spock. O cara é promíscuo mesmo, sexsista, integrante dos 20% da divisão pré-estabelecida (por ele mesmo) da humanidade. Gosto dele, gente fina. Sem ele ali, o fim de noite não teria sido tão divertido.

6) Cabeça - O Encanado. Outra boa pessoa. Camarada do Spock que conheci durante a festa que precedeu nosso jogo da verdade. Ele ficou meio assim assim com certas coisas, tipo dançar na frente da galera, insinuar um strip pra elas, essas coisas. Mas se deu bem ao final.

7) Fê - O Fernando. Eu estava um pouco incomodado com coisa ou outra ali, mas gostei da oportunidade. Pude notar várias fitinhas, sentir muitas outras. O importante é que agente aprende bastante com esse negócio da busca humana por blá blá blá...

Qual seu tipo preferido desses aí citados?

Leve-o(a) ali pra trás e dance pra ele(a) por 2 minutos, por favor.

Au revoir!



domingo, 17 de fevereiro de 2008

Trono, um lugar de refelexão...

... pas beaucoup bien, ou não muito bem, é como ESTOU agora... somente a nível de desabafo e expulsão de mazelas, me abro dizendo que estou com uma caganeira violenta.

Mas de resto, "shnaize". Me sinto bem, com paz interior e afim duma postagem.

Hoje vamos simplesmente citar o quão estranha, ou não, está sendo a relação entre minhas dificuldades no trabalho com um livro que caiu no colinho meu.

Minhas noites estão sendo suavemente embaladas pelas páginas de "A terceira visão", do Lobsang Rampa. Adorando o referido livro, já posso recomenda-lo antes mesmo de termina-lo.

Até o ponto em que li, a histária vai girando em torno da relação que sempre existiu no Tibete entre os "bem e mal nascidos". O menos afortunado deve ter uma criação amena e amorosa, para talvez lhe compensar a falta de estrutura material. Enquanto isso, o playboyzinho tibetano sofre a duras penas, sendo educado com extrema rígidez, visando assim absurdo aprendizando e evolução espiritual. O autor se encaixa no segundo caso.

Só sei que o Tibete deve ser mágico.

Bem, voltando à realidade ocidental, o leitor poderia até se perguntar do porque de minha petulância em comparar a obra-de-arte do Sr. Terça-Feira Lobsang Rampa com minha vida at work.

(pausa para uma cólica)

Explico. Tenho um chefe linha dura ao cubo. Um cara, que pelo que dizem, é espetacular fora das quatro linhas, mas durante os 90 minutos, rapaz...

Diz ele que a intenção é me ensinar, me tornar um cara "fudidão" do quando sair do setor ou da empresa. Intuito parecido com a essência da encarnação de Lobsang, descrito nas páginas do livro vermelho. Desde que nasceu, até sair do lamastério, e também fora dele, sofreu um bocado! Mas pelo pouco que sei, foi um dos homens notáveis de nossa história.

Falo isso sem me comparar a ninguém, mas ando colhendo o bem por onde passo. Buda dessa maneira pode até sorrir pra mim.

Enfim, deve teve ficado clara a idéia da coincidência atual. Estou razoalvelmente encantado.

Agora chega de profundidade.

Sexta e ontem saí. No primeiro dia fui ao Grazie a Dio, aniversário do Carlão. Foi bom demais!
No sábado fui ao Hangar e Santo Taco, aqui em GRU. Revi duas gostosas do tempo de escola, de há muito tempo mesmo. Uma delas, aliás, sempre foi o sonho de consumo de todos os garotos nascidos em 84 e 83 daquele feliz colégio Parthenon. Só que eu estava um pouco perturbado com um mínimo de chopp, e bem bostão (reflexo talvez das rajadas que estou dando no trono nesses dias). Provavelmente não fiz boa figura frente as moças. Mas eu daria conta.

Au revoir!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Festa de Bia

Acabo de voltar de mais uma daquelas lamentáveis festas de 15 anos. Não foi no estilo formal, com um gran-buffet, num salão alugado e 15 casaisinhos debutantes.

Aconteceu na, longe pra caralho, casa da minha estimada prima Júlia, mãe da aniversáriante, a tal Bia. Bia essa, coisa mais linda, daqui a um tempo vai dar um pouco de trabalho . Aliás, o espaço estava lotado de menininhas aspirantes a mulherões.

Voltando, gostaria de saber o que se passa na cabeça da garota no momento em que decide fazer uma festa dessa... egotrip nervosa!

Querer ser o centro das atenções aos 15 anos... Esse é o período de transição entre as épocas das fases criança chata, pré-adolescente esquisita e mocinha sedenta por novidades reais e inevitáveis do desabrochar.

Engraçado foi quando rolou o telão com as fotografias da história de Bia. Toda a galera se reuniu em frente à apresentação. No começo me emocionei, as fotos ao som de "Noverber Rain" do Guns, bem alto. Até aí beleza! Foi quando cortaram a parte do solo, que diga-se de passagem é uma das passagens mais maravilhosas e tocantes que já existiu dentro do breve rock and roll... bem, epois diss a linha do gráfico caiu. O slide-show de Bia não terminava nunca, o people já impaciente, inúmeras fotos, marasmo, todos as outras 14 velhinhas apagadas pela moça retratadas na grande tela. Festas como essas são a prova viva do mito de Narcíso.

O que realmente conta é que fiquei deslocadasso, desambientado. Existia uma mestiça linda, até me deu umas olhadelas, porém a presença dos meus pais no pico inibiram o galã aqui. Ao lado dela tinha uma coroa japa que ganhou a cena, e começou a me olhar também, com cara de: gostei de você, fica com minha filha não, ela não sabe nada do que posso te ensinar nessa noite,
As picadas de mosquito que levei gritaram em meus braços com o longo arrepio que senti.

Pra resumir, sei que eu gostei muito de ter ido lá, sim. Revi parentes, conheci novos primos (e priminhas) e bebi muito refri. Se um dia os envolvidos desse 9 de fevereiro de 2008 lerem esse post, saibam que essa braveza toda é destinada às festinhas debutantes, que proporcionam um pouco da chamada "vergonha alheia"

Na verdade, hoje o dia foi dos melhores... comprei meu carro, estou feliz.

Au revoir...

Olá

Um espaço destinado às minhas severas críticas universais, sem abandonar a costumeira doçura que envolve este meu ser.